História de Esgueira

header_logo.jpgEsgueira é uma freguesia portuguesa do Concelho de Aveiro, com 17,72 km” de área e 19000 habitantes aproximadamente.

A Freguesia é constituída por vários lugares: Esgueira que inclui o Senhor do Álamo/Cruzeiro, Bairro do Vouga, Agras do Norte, Cabo Luís, Bela Vista, Taboeira, Quinta do Simão, Mataduços e Paço.

A história de Esgueira remonta a tempos antigos, embora o documento onde aparece pela primeira vez o seu nome, date do ano 1050.

Em 1050 há textos que fazem referencia às águas marítimas de Esgueira.

A sua situação geográfica, junto da linha de maré, permitiu-lhe até ao século XVII a exploração de marinhas de sal com um comercio activo e uma intensa vida marítima durante séculos, tendo sido elevada a cabeça de comarca com jurisdição sobre 31 vilas e 10 concelhos. Recebeu foral do Conde D. Henrique em 1110.

Em 1116, o Mosteiro do Lorvão tinha também bens nesta vila, que o nosso primeiro rei alargou em 1176, com a doação de Taboeira e outras.

Mas foi D. Sancho I que em Outubro de 1210 lhe definiu o senhorio por testamento à sua filha D. Teresa.

Em 8 de Junho de 1515, foi dado o foral à vila de Esgueira por D. Manuel I.

Entre 1528 e 1836, Esgueira foi concelho, constituído pelas freguesias de Esgueira, Cacia, Nariz e Palhaça, tinha em 1801, 4 426 habitantes.

Com a elevação de Aveiro a cidade e a sua passagem à categoria de terra da Coroa, após o confisco aos duques implicados no atentado contra D. José I, desapareceram os antigos privilégios do ducado, podendo Aveiro ser cabeça de comarca e transferindo-se então por decreto de 6 de Novembro de 1836, extinguindo o concelho e anexando Esgueira a Aveiro na qualidade de simples freguesia.